Dia desses, essa semana, revi amigas. Foi bacana. Cheguei e as encontrei, as abracei como nos velhos tempos. Não foi pra tomar chopp ou dar risada, apenas. Era ocasião especial, encerramento de curso de uma delas. Nós, na platéia, nos sentimos também um pouco donas do trabalho, palpitando, torcendo a cada palavra da banca.
No final da noite, recebi nos braços um velho "filho", ainda circulando. Contemplei novamente meu nome impresso na página, ainda tão minha. Saudade de um tempo quase presente. É possível?
Sim, pois parece mesmo que já faz tempo. Por um minuto, senti de novo a velha e boa energia. As risadas, as conversas. As Santíssimas uma vez mais reunidas. Cheguei em casa leve, nem parecia quase meia-noite.
Às vezes a gente gira e gira mundo, sem entender direito por que as coisas acontecem. Só mais tarde é que percebe a própria missão que cumpriu: tornar novas paragens em casa da gente de novo.
E é incrível como alguns lugares, mesmo à marra, se tornam para sempre especiais. E que bom que nossa relação com certas pessoas não muda, por mais que o mundo mude em volta da gente.
Saudades! E boa sorte pra nós!


3 comentários:
Amiga é tudo de bom!
uhu!
beijão mana!
Também senti essas mesmas coisas.... foi rápido mas acho que por isso mesmo especial...
bjs
Lindo relato-desabafo, Jujú. E eu adoro essas meninas, as "santíssimas". E não importa onde cada uma esteja trabalhando... a galera boa e amiga continua forever.
Beijos!!!
Mô
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