sábado, novembro 15, 2008

... que eu tô precisando

Às vezes coloco textos de outras pessoas na íntegra aqui, mas nunca textos inteiros tirados de outros blogs. Por esses dias, porém, não tenho encontrado nada melhor para escrever, entre meus pensamentos tão pipocantes, do que o claríssimo recado do post abaixo, reprodução fidedigna do publicado na última quinta-feira (e que quinta!) no Via Tarot - do qual sou freqüentadora assídua. E depois dizem que bruxaria não existe. Cláudia, por favor, me permita... assim, quem sabe ele entra mais fácil na minha cabeça, mente e espírito também. :)


Carregar o mundo nas costas é tarefa para Atlas e ele é um deus da mitologia grega, portanto, sejamos menos arrogantes ;-)

Já repararam essa mania enjoada que alguns de nós insistem em ter? Em certos momentos, achamos que o mundo só gira porque prestamos atenção nele. Se não cuidarmos de tudo e todos, a Humanidade entrará em extinção permanente e o planeta, coitado, desaparecerá.

Aí, depois reclamamos de stress, ansiedade e dor de cabeça... pois é...

A verdade é que não somos tão importantes, não somos tão necessários e, definitivamente, não somos insubstituíveis. Quando conseguirmos assimilar tudo isso sem entrar em depressão profunda, aí teremos chegado em um ponto razoável de evolução.

Então, a dica de hoje é a seguinte: para o seu próprio bem, não tente carregar o mundo nas costas, além de não fazer bem para a coluna, provavelmente não fará bem para o coração, além de gerar profundas decepções, já que quem age assim costuma esperar ao menos o reconhecimento alheio. Já é tempo de aprender que precisamos tomar conta de nós mesmos, sermos implacáveis em relação ao nosso propósito de vida... Sem peninha, sem auto-piedade, sem usar os outros para desculpar nossos desvios de conduta. Sem carregar pesos que não são nossos. E sem carregar os nossos também. Desapegar-se não é somente não ser egoísta ou não ligar para coisas materiais... É saber ser livre até de si próprio.

(Cláudia Mello, no Via Tarot)

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