Eu me rendo.
Preciso chorar, reclamar, regredir à infância.
Preciso pedir colo para esse corpo duro, de músculos enrijecidos pela tensão da vida preta-e-branca que chegou de manso nesses dias cruéis.
Não terei pudor de ser injusta, de chorar de barriga cheia. A gente não pode viver na anemia das palavras, dos planos, do sentimento.
Se verter lágrimas adiantasse, eu estaria bem-aventurada, rica ou em paz.
Socorro, minha Mãe. Eu quero um dia nascendo limpo. Na certeza, uma vez.
Mônica disse...
Quer saber, Jujú! Tô numa onda de de engolir o choro, enfrentar o medo e bora pra luta. Chega, amiga minha. Até escrevi um post sobre isso. Beijão! Mô
terça-feira, dezembro 11, 2007
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