Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos,
e não tivesse Amor,
seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom da profecia,
e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência,
e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes,
e não tivesse Amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres,
e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado,
se não tivesse Amor,
nada disso me aproveitaria.
O Amor é paciente, é benigno;
o Amor não é invejoso,
não trata com leviandade,
não se ensoberbece,
não se porta com indecência,
não busca os seus interesses,
não se irrita, não suspeita mal,
não folga com a injustiça,
mas folga com a verdade.
Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O Amor nunca falha.
Havendo profecias, serão aniquiladas;
havendo línguas, cessarão;
havendo ciência, desaparecerá;
porque em parte conhecemos, e em parte profetizamos.
Mas quando vier o que é perfeito,
então o que é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino,
sentia como menino, discorria como menino,
mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma,
mas então veremos face a face;
agora conheço em parte,
mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três;
mas o maior destes é o Amor.
(Carta de Paulo aos Coríntios)
quinta-feira, julho 17, 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário